12 de novembro de 2009

Introdução aos Livros da Bíblia – Gênesis

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Título do Livro

A palavra Gênesis vem, via latim, do título grego do livro. No hebraico, o livro recebeu esse nome por causa de sua primeira palavra, que significa "no princípio". O termo gênesis significa "origem" e, portanto, é um título apropriado para um livro que revela a origem de toda a história humana.

Autor

A tradição judaica lista Moisés como o autor do Gênesis e dos outros quatro livros que o seguem. Juntos, estes livros são denominados de Pentateuco.

Jesus disse: "Porque, se, de fato, crêsseis em Moisés, também creríeis em mim; porquanto ele escreveu a meu respeito." (Jo 5.46). O próprio Pentateuco descreve Moisés como alguém que escreveu extensivamente. Ver Êx 17.14; 24.4; Dt 31.24. At 7.22 nos conta que "Moisés foi educado em toda a ciência dos egípcios" Nas notas que acompanham o texto nós observamos que Gênesis emprega um bom número de termos emprestados do egípcio, sendo este um fato que sugere que o autor original tinha as suas origens no Egito, como era o caso de Moisés.

Data

A data tradicional do êxodo do Egito se encontra no meio do décimo quinto século a.C. 1 Reis 6.1 afirma que Salomão começou a construir o templo "no ano quatrocentos e oitenta, depois de saírem os filhos de Israel do Egito". Entende-se que Salomão tenha iniciado a construção em cerca de 960 a.C., datando assim o êxodo em 1440 a.C. Desta forma, Moisés redigiu Êxodo depois de 1440 a.C., durante os quarenta anos no deserto.

Conteúdo

Gênesis inicia com a formação do sistema solar, os preparativos da terra para a sua habitação, e a criação da vida sobre a terra. Todos os oito atos da criação foram executados em seis dias.

Os dez capítulos seguintes explicam as origens de muitas qualidades misteriosas da vida: a sexualidade humana, o matrimônio, o pecado, a doença, as dores do parto, a morte, a ira de Deus, a inimizade do ser humano contra o próprio ser humano e a dispersão das raças e línguas por sobre toda a terra.

Iniciando no cap. 12, Gênesis relata o chamado de Abraão e a inauguração da aliança de Deus com ele, uma aliança gloriosa e eterna que foi renovada com Isaque e Jacó. Gênesis é impressionante pela forma característica da sua narrativa, realçada pelo relato inspirador de José e pela multiplicação do povo de Deus no Egito. Trata-se de uma lição na eleição divina, conforme é recontado por Paulo em Rm 9.

Gênesis antecipa o NT de muitas maneiras: o próprio Deus pessoal, a Trindade, a instituição do matrimônio, a seriedade do pecado, o julgamento divino e a justificação pela fé. A Árvore da Vida, perdida em Gênesis, é restaurada em Ap 22.

Gênesis conclui com a bênção de Jacó sobre Judá, de cuja tribo viria o Messias: "O cetro não se arredará de Judá, nem o bastão de entre seus pés, até que venha Silo; e a ele obedecerão os povos" (49.10). Muitos séculos e muitas lutas seguir-se-ão antes que esta profecia encontre o seu cumprimento em Jesus Cristo.

Aplicação Pessoal

Gênesis questiona, de imediato, muitas percepções seculares do universo. Desta forma, o estudante sério de Gênesis precisa acostumar-se a pensar de forma diferente. Nós precisamos perceber o mundo e a sua história da forma como os antigos autores bíblicos os revelam. Por exemplo, as narrativas dos caps. 1—3 não devem ser entendidas alegoricamente, mas como história factual. A Palavra de Deus sempre deve estar acima da palavra dos homens; não devemos julgar a sua Palavra, antes é ela que nos julga. Portanto, os antigos hebreus não devem ser considerados como primitivos simplesmente porque eles relacionam-se com a realidade de forma diferente. Podemos ter herdado o pensamento racional grego a respeito das realidades do universo, mas isto não significa que o mesmo esteja sempre correto.

Gênesis também ensina muitas outras lições: Abraão é nosso exemplo de fé (15.6; Gl 3.7); a vida de José é um precioso sermão para todos que sofrem injustamente e é um desafio à fidelidade nesta era de permissividade sem disciplina.

Por fim, nós compreenderemos de forma correia a natureza humana apenas quando entendermos a verdade do "pecado original". Quando Adão pecou, todos nós também pecamos e, ainda mais, herdamos uma natureza pecaminosa permanente em nós (8.21; Rm 5.19; 7.18). Somente um Salvador pode resolver de forma efetiva esta questão da corrupção natural herdada.

Cristo Revelado

O Cristo preexistente, a Palavra viva, estava muito envolvido na criação. "Todas as coisas foram feitas por intermédio dele, e, sem ele, nada do que foi feito se fez." (Jo 1.3). O ministério de Jesus está antecipado em Gn 3.15, sugerindo que o "descendente" da mulher que ferirá a cabeça da serpente (Satanás) é Jesus Cristo, o "descendente" de Abraão mencionado por Paulo em Gl 3.16. Melquisedeque é o misterioso rei-sacerdote do cap. 14. Uma vez que Jesus é rei e também sumo sacerdote, a carta aos Hebreus faz, de forma apropriada, esta identificação (Hb 6.20).

A grande revelação de Cristo em Gênesis se encontra no estabelecimento da aliança de Deus com Abraão nos caps. 15 e 17. Deus fez promessas gloriosas a Abraão, e Jesus é o maior cumprimento destas promessas, uma verdade que é explicada de forma detalhada por Paulo em Gaiatas. Boa parte da Bíblia está fundamentada sobre a aliança abraâmica e o seu desenvolvimento em Jesus Cristo.

A dramática história da prontidão de Abraão em sacrificar Isaque segundo a ordem de Deus apresenta uma incrível semelhança com o evento crucial do NT. "Toma teu filho, teu único filho, Isaque, a quem amas... oferece-o ali em holocausto" (22.2), lembra-nos da prontidão de Deus em sacrificar o seu único Filho pelos pecados de todo o mundo.

Por fim, a bênção de Jacó sobre Judá antecipa a vinda de "Silo", a ser identificado como o Messias. "E a ele obedecerão os povos" (49.10).

O Espírito Santo em Ação

"O Espírito de Deus pairava por sobre as águas" (1.2). Desta forma achamos o Espírito envolvido na criação. O Espírito Santo também operou em José, um fato que foi óbvio para o Faraó: "Acharíamos, porventura, homem como este, em quem há o Espírito de Deus?" (41.38).

Embora o Espírito Santo não seja mencionado de outra forma em Gênesis, nós o vemos em ação ao atrair os animais dos quatro cantos da terra para dentro da arca de Noé. Nós também percebemos a sua operação através das vidas dos patriarcas: Ele protegeu os patriarcas e as suas famílias e os abençoou materialmente. Todos os tipos de dificuldades e situações impossíveis cercaram a família escolhida, tentando frustrar, onde possível, o cumprimento das promessas de Deus a Abraão; porém o Espírito de Deus resolveu, de maneira sobrenatural, cada um destes desafios.

Esboço de Gênesis 

1) A criação do mundo, 1:1—2:25

A.  O começo da criação, 1:1-2
B.  Os dias da criação, 1:3—2:3
C. As origens do homem e da mulher, 2:4-25

2) O pecado do homem, 3:1-24

A. A tentação, 3:1-7
B. Os julgamentos, 3:8-24

3)  As origens da civilização, 4:1—5:32

A. Caim e seus descendentes, 4:1-24
B. Sete, 4:25-26
C. De Adão a Noé, 5:1-32

4)  A história de Noé, 6:1—9:29

A. As causas do dilúvio, 6:1-13 .

B. O transcurso do dilúvio, 6:14—8:19
C. Os acontecimentos após o dilúvio, 8:20—9:29 V.

5) Os descendentes de Noé e a torre de Babel, 10:1—11:26

A.  Os filhos de Jafé, 10:1-5
B. Os filhos de Cam, 10:6-20
C. Os filhos de Sem, 10:21-32
D. A torre de Babel, 11:1-9
E. Os descendentes de Sem, 11:10-26

6) A história de Abraão, 11:27—25:11

A. A família de Abrão, 11:27-32

B. O chamado de Abrão, 12:1-20

C. A separação de Abrão e Ló, 13:1-18

D. A libertação de Ló por Abrão, 14:1 –24

E. A aliança com Abrão, 15:1-21

F. O nascimento de Ismael, 16:1-16

G. A circuncisão de Abraão, 17:1-27

H. A destruição de Sodoma e Gomorra, 18:1-19:38

I.  Abraão e Abimeleque, 20:1 –18

J. O nascimento de Isaque, 21:1-34

L. O oferecimento de Isaque, 22:1-24

M. A morte e o sepultamento de Sara, 23:1-20

N. O casamento de Isaque, 24:1-67

O. A morte de Abraão, 25:1-11

7) Os descendentes de Ismael, 25:12-18    

8) A história de Isaque e seus filhos, 25:19

A. O nascimento de Esaú e Jacó. Esaú vende  a primogenitura, 25:19-34

B. Isaque e Abimeleque, 26:1-35

C. Jacó conquista a bênção dolosamente, 27:1-46

D. A fuga de Jacó para a Mesopotâmia, 28:1-9

E. O sonho de Jacó em Betei, 28:10-22

F. Jacó e as filhas de Labão, 29:1—30:43

  1. 1. Jacó encontra Raquel, 29:1-14
  2. 2. Jacó se casa com Lia e Raquel, 29:15-30
  3. 3 Jacó gera filhos,'29:31—30:24
  4. 4. Jacó negocia com Labão, 30:25-43

G. A volta de Jacó a Canaã, 31:1—33:20

  • 1. Sua separação de Labão, 31:1-55
  • 2. Sua reconciliação com Esaú, 32:1— 33:20

 

H. O restante da vida de Jacó, 34:1—36:43 

  • 1. O massacre em Siquém, 34:1 –31
  • 2. A renovação da aliança em Betel, 35:1-15
  • 3. A morte de Raquel e de Isaque, 35:16-29
  • 4. Os descendentes de Esaú, 36:1-43

9. A história de José, 37:1—50:26

A. José vendido como escravo, 37:1-36
B. Judá e Tamar, 38:1-30

C.José na casa de Potifar, 39:1-23

D.José interpreta os sonhos do padeiro e do copeiro, 40:1-23

E. José interpreta o sonho de Faraó,

F. Os irmãos de José no Egito, 42:1-45:28

  • 1. A primeira visita de seus dez irmãos, 42:1-38
  • 2. A segunda visita dos onze irmãos, 43:1-44:34
  • 3. A revelação da identidade de José, 45:1-28

G. A família de José no Egito, 42:1-45:28

H. A bênção dos filhos de José, 48:1-22

I.   A bênção de Jacó a seus filhos, 49:1-27

J. A morte e o sepultamento de Jacó, 49:28-50:14

L. Os últimos dias de José, 50:15-26

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Fontes:

Bíblia de Estudo Plenitude

Bíblia de Estudo Anotada Expandida

8 de novembro de 2009

A importância da doutrina da Ressurreição de Cristo

Elenãoestáaquimasressuscitou

“Mas, agora, Cristo ressuscitou dos mortos e foi feito as primícias dos que dormem”  (1 Coríntios 15.20).

CONSIDERAÇÕES ACERCA DA RESSURREIÇÃO DE CRISTO

1. A RESSURREIÇÃO DE CRISTO FOI PREDITA NO ANTIGO TESTAMENTO:

“Pois não deixarás a minha alma no inferno, nem permitirás que o teu Santo veja corrupção.(Salmos 16:10).

2. JESUS É A RESSURREIÇÃO E A VIDA:

“Disse-lhe Jesus: Eu sou a ressurreição e a vida; quem crê em mim, ainda que esteja morto, viverá;” (João 11:25).

3. O TESTEMUNHO DE PEDRO ACERCA DA RESSURREIÇÃO:

23 a este que vos foi entregue pelo determinado conselho e presciência de Deus,   tomando-o vós, o crucificastes e matastes pelas mãos de injustos; 24 ao qual Deus ressuscitou,   soltas as ânsias da morte,   pois não era possível que fosse retido por ela. (Atos 2:23-24).

4. OS APÓSTOLOS COMO TESTEMUNHAS DA RESSURREIÇÃO DE CRISTO:

“E os apóstolos davam, com grande poder, testemunho da ressurreição do Senhor Jesus, e em todos eles havia abundante graça.” (Atos 4:33).

5. A RESSURREIÇÃO DOS JUSTOS E INJUSTOS:

“Tendo esperança em Deus, como estes mesmos também esperam, de que há de haver ressurreição de mortos, tanto dos justos como dos injustos.” (Atos 24:15).

6. A PRIMEIRA RESSURREIÇÃO:

5 Mas os outros mortos não reviveram, até que os mil anos se acabaram. Esta é a primeira ressurreição. 6 Bem aventurado e santo aquele que tem parte na primeira ressurreição; sobre estes não tem poder a segunda morte, mas serão sacerdotes de Deus e de Cristo e reinarão com ele mil anos. (Apocalipse 20:5-6).

TEXTO PARA ESTUDO

1 Também vos notifico, irmãos, o evangelho que já vos tenho anunciado, o qual também recebestes e no qual também permaneceis; 2 pelo qual também sois salvos, se o retiverdes tal como vo-lo tenho anunciado, se não é que crestes em vão. 3 Porque primeiramente vos entreguei o que também recebi: que Cristo morreu por nossos pecados, segundo as Escrituras, 4 e que foi sepultado, e que ressuscitou ao terceiro dia, segundo as Escrituras, 5 e que foi visto por Cefas   e depois pelos doze. 

6 Depois, foi visto, uma vez, por mais de quinhentos irmãos, dos quais vive ainda a maior parte, mas alguns já dormem também. 7 Depois, foi visto por Tiago,   depois, por todos os apóstolos. 8 e, por derradeiro de todos, me apareceu também a mim,   como a um abortivo. 9 Porque eu sou o menor dos apóstolos, que não sou digno de ser chamado apóstolo, pois que persegui a igreja de Deus. 10 Mas, pela graça de Deus, sou o que sou; e a sua graça para comigo não foi vã; antes, trabalhei muito mais do que todos eles; todavia, não eu, mas a graça de Deus, que está comigo. (1 Coríntios 15.1-10).

Se Cristo não ressuscitou, é vã a nossa fé. Foi o que afirmou Paulo aos cristãos de Corinto que embora muito bem instruídos, pois diz a Palavra: E ficou ali um ano e seis meses, ensinando entre eles a palavra de Deus. (At 18:11), ainda não estavam seguros com relação à ressurreição do Filho de Deus. Por isso, Paulo escreveu o que viria a chamar-se o "Grande Capítulo da Ressurreição".

A DOUTRINA BÍBLICA DA RESSURREIÇÃO É UM DOS PILARES DA FÉ CRISTÃ:

Foi devido à importância doutrinária do assunto, que em toda a extensão do capítulo 15 da Primeira carta Paulina aos Coríntios Paulo traz provas irrefutáveis da ressurreição de Cristo e as bases escriturísticas da glorificação dos santos ao ressoar da última trombeta.

Contextualizando…

Paulo escreveu a primeira carta aos Coríntios por volta de 59 d.C. , no final dos 3 anos de sua prisão em Éfeso.

Esta carta tem conteúdo totalmente doutrinário, e refutava práticas e idéias erradas que eram introduzidas no seio da Igreja.

Nos dias de hoje, quais as seitas que compactuam de desvios doutrinários como esse?

Infelizmente hoje são muitas as seitas que negam a ressurreição corporal de Cristo, e para sua própria ruína (Romanos 10.9-10), admitem que Jesus Cristo tenha ressuscitado apenas em espírito, são elas:

  • As Testemunhas de Jeová,
  • A Ciência Cristã,
  • A Igreja da Unificação,
  • O Kardecismo;
  • A LBV que diz que Jesus nem sequer ressuscitou.

É possível perceber que o assunto do texto do capítulo 15 seria a resposta de Paulo a algum questionamento feito a ele?

Sim, isso pode ser visto claramente no verso 12:

Ora, se se prega que Cristo ressuscitou dos mortos, como dizem alguns dentre vós que não há ressurreição de mortos? (1Co 15:12).

O nosso texto é a resposta de Paulo aos Coríntios cujas perguntas chegaram a ele através da família de Cloé:

Porque a respeito de vós, irmãos meus, me foi comunicado pelos da família de Cloé  que há contendas entre vós. (1ª Coríntios 1:11).

Mas a respeito da ressurreição de Cristo e conseqüentemente da ressurreição dos mortos, onde poderia ter surgido estes questionamentos na época de Paulo?

Quais pessoas ou grupos estariam envolvidos nestes ensinos?

Vejamos algumas das possibilidades à luz da Bíblia...

  • Primeira hipótese:

Paulo poderia estar respondendo aos Saduceus, já que eles não criam que houvesse ressurreição e se apegavam somente ao Pentateuco. É do Pentateuco que Jesus extrai a sua resposta a eles ao falar que Deus é Deus de Isaque, Abraão e Jacó. Ora, Jesus diz a eles que Deus é Deus dos vivos e não dos mortos:

No mesmo dia, chegaram junto dele os saduceus, que dizem não haver ressurreição,   e o interrogaram, (Mateus 22:23).

  • Segunda hipótese:

Paulo poderia estar corrigindo os que tiveram sua fé pervertida pelos hereges Himineu e Alexandre (Fileto), que diziam que a ressurreição Já tinha acontecido:

17 E a palavra desses roerá como gangrena; entre os quais são Himeneu e Fileto; 18 os quais se desviaram da verdade,  dizendo que a ressurreição era já feita, e perverteram a fé de alguns. (2ª Timóteo 2:18).

  • Terceira e a mais coerente hipótese:

Paulo estava respondendo as classes intelectuais, pois os gregos em Atenas escarneciam da idéia da ressurreição:

E, como ouviram falar da ressurreição dos mortos, uns escarneciam, e outros diziam: Acerca disso te ouviremos outra vez. (Atos 17:32).

A DOUTRINA BÍBLICA DA RESSURREIÇÃO:

"Morrendo o homem, porventura, tornará a viver?" (Jó 14.14). Esta pergunta milenar do patriarca Jó, foi plenamente respondida quando “Cristo ressuscitou dos mortos e foi feito as primícias dos que dormem”.

Nas Sagradas Escrituras, a ressurreição dos mortos, tanto a dos salvos, como a dos perdidos, é uma doutrina de suma importância.

Definição:

A ressurreição pode ser definida como o retorno à vida de modo sobrenatural. A Bíblia afirma que os salvos ressuscitarão com um corpo transformado e glorioso (vv35-53), enquanto que os ímpios ressuscitarão com um corpo desprezível e vergonhoso:

E muitos dos que dormem no pó da terra ressuscitarão, uns para a vida eterna e outros para vergonha e desprezo eterno. (Daniel 12.2).

Cristo ressuscitou, retornando sobrenaturalmente à vida física:

8 E, saindo elas pressurosamente do sepulcro, com temor e grande alegria, correram a anunciá-lo aos seus discípulos. 9 E, indo elas, eis que Jesus lhes sai ao encontro, dizendo: Eu vos saúdo. E elas, chegando, abraçaram os seus pés e o adoraram. 17 E, quando o viram, o adoraram; mas alguns duvidaram. (Mateus 28:8-9, 17).

Quanto aos outros casos de ressurreição descritos na Bíblia, foram temporários, vindo a pessoa a falecer mais tarde.

De acordo com a Palavra de Deus, a ressurreição pode ser compreendida também como a conversão a Cristo:

1 E vos vivificou, estando vós mortos em ofensas e pecados,

5 estando nós ainda mortos em nossas ofensas, nos vivificou juntamente com Cristo (pela graça sois salvos), 6 e nos ressuscitou juntamente com ele, e nos fez assentar nos lugares celestiais, em Cristo Jesus; (Efésios 2:1,5,6).

A ressurreição de Cristo é a nossa garantia no presente:

Quanto a isso, a Bíblia declara: "E, se Cristo não ressuscitou, logo é vã a nossa pregação, e também é vã a vossa fé" (v. 14).

Mas, Ele ressuscitou e:

"se apresentou vivo, com muitas e infalíveis provas" (Atos 1.3).

A ressurreição de Cristo é a nossa garantia no futuro:

"Se esperamos em Cristo só nesta vida, somos os mais miseráveis de todos os homens. Mas, agora, Cristo ressuscitou dos mortos e foi feito as primícias dos que dormem“. (1 Coríntios 15.19,20).

A ressurreição dos que dormiram em Cristo marcará o início da vida eterna de glória da Igreja com o Senhor no céu.

AS PROFECIAS DA RESSURREIÇÃO NAS ESCRITURAS:

A verdade da ressurreição dos mortos permeou de forma marcante as escrituras hebraicas. As três principais são:Jó, Davi e Daniel:

A PROFECIA DE JÓ: Jó é considerado contemporâneo dos personagens do livro de Gênesis, numa remota antiguidade. Em seu livro, no capítulo 19 e versículos 25 a 27, o patriarca afirmou que após sua morte, ressurgirá e verá claramente o seu Redentor.

A PROFECIA DA RESSURREIÇÃO EM JÓ:

25 Porque eu sei que o meu Redentor   vive, e que por fim se levantará sobre a terra. 26 E depois de consumida a minha pele, ainda em minha carne   verei a Deus. 27 Vê-lo-ei por mim mesmo,   e os meus olhos, e não outros, o verão; e, por isso, o meu coração se consome dentro de mim. (Jó 19:25-27). 

Obs.: a versão NVI traz este texto diferente, dizendo: sem carne).

A PROFECIA DA RESSURREIÇÃO EM DANIEL:

Considerado o principal escritor apocalíptico do Antigo Testamento, refere-se assim esse profeta:

"Muitos dos que dormem no pó da terra ressuscitarão, uns para a vida eterna, e outros para vergonha e horror eterno" (Daniel 12.2).

A PROFECIA DA RESSURREIÇÃO EM DAVI:

O rei Davi, que também era profeta, já antevia, por inspiração divina, que o Messias provaria a morte, mas haveria de ressuscitar dentre os mortos:

“Porque Davi não subiu aos céus, mas ele próprio diz: Disse o Senhor ao meu Senhor: Assenta-te à minha direita,” (Atos 2:34).

A PROFECIA DA RESSURREIÇÃO PELO PRÓPRIO CRISTO:

Em diversas ocasiões, o Senhor Jesus advertiu aos seus discípulos que Ele, haveria de ser entregue aos pecadores, e também morrer, a fim de resgatar a humanidade de seus pecados. Todavia, iria ressuscitar ao terceiro dia:

Desde então, começou Jesus a mostrar aos seus discípulos que convinha ir a Jerusalém, e padecer muito dos anciãos, e dos principais dos sacerdotes, e dos escribas, e ser morto, e ressuscitar ao terceiro dia. (Mateus 16:21).

O FATO DA RESSURREIÇÃO DE CRISTO:

Assim o evangelista Lucas registra a ressurreição de Nosso Senhor:

"E, no primeiro dia da semana, muito de madrugada, foram elas ao sepulcro, levando as especiarias que tinham pre­parado. E acharam a pedra do sepulcro removida. E, entrando, não acharam o corpo do Senhor Jesus. E aconteceu que, estando elas perplexas a esse res­peito, eis que pararam junto delas dois varões com vestes resplandecentes. E, estando elas muito atemorizadas, e abaixando o rosto para o chão, eles lhes disseram: Por que buscais o vivente entre os mortos? Não está aqui, mas ressuscitou. Lembrai-vos como vos falou, estando ainda na Galiléia” (Lucas 24.1-6).

A DECLARAÇÃO DA RESSURREIÇÃO DE CRISTO:

Dentre as diversas declarações de fé do apóstolo Paulo temos a da ressurreição de Nosso Senhor:

"Lembra-te de que Jesus Cristo, que é da descendência de Davi, ressuscitou dos mortos, segundo o meu evangelho; pelo que sofro trabalhos e até prisões como um malfeitor, mas a Palavra de Deus não está presa" (2ª Timóteo 2.8,9).

Nesta declaração, o apóstolo destaca a filiação divina do Filho de Deus (Jesus Cristo), sua filiação humana e real (descendente de Davi) e também declara ser Jesus o pleno cumprimento das Escrituras ("o meu evangelho"). Aqui temos uma incontestável evidencia da ressurreição de Jesus.

AS TESTEMUNHAS DA RESSURREIÇÃO DE CRISTO:

Conforme vemos na Palavra de Deus, a ressurreição de Jesus é um fato real e historicamente confirmado. Vejamos alguns desses testemunhos da ressurreição de Nosso Senhor.

1) Os evangelhos:

Todos os 4 evangelhos atestam que Jesus precisou morrer para resgatar-nos do pecado, mas ressurgiu com mui grande poder e autoridade (Mateus 28.1-10; Marcos 16.1-8; Lucas 4.1-12;João 20.1-10; Efésios 1.19-22).

1 E, passado o sábado, Maria Madalena, Salomé e Maria, mãe de Tiago, compraram aromas para irem ungi-lo. 2 E, no primeiro dia da semana, foram ao sepulcro, de manhã cedo, ao nascer do sol, 3 e diziam umas às outras: Quem nos revolverá a pedra da porta do sepulcro? 4 E, olhando, viram que já a pedra estava revolvida; e era ela muito grande. 5 E, entrando no sepulcro, viram um jovem assentado à direita, vestido de uma roupa comprida e branca;   e ficaram espantadas. 6 Porém ele disse-lhes: Não vos assusteis; buscais a Jesus, o Nazareno, que foi crucificado; já ressuscitou, não está aqui; eis aqui o lugar onde o puseram. 7 Mas ide, dizei a seus discípulos e a Pedro que ele vai adiante de vós para a Galiléia; ali o vereis, como ele vos disse. 8 E, saindo elas apressadamente, fugiram do sepulcro, porque estavam possuídas de temor e assombro; e nada diziam a ninguém, porque temiam. (Marcos 16.1-8).19 e qual a sobreexcelente grandeza do seu poder sobre nós, os que cremos, segundo a operação da força do seu poder, 20 que manifestou em Cristo,   ressuscitando-o dos mortos e pondo-o à sua direita nos céus, 21 acima de todo principado, e poder, e potestade, e domínio, e de todo nome que se nomeia, não só neste século, mas também no vindouro.22 E sujeitou todas as coisas a seus pés e, sobre todas as coisas, o constituiu como cabeça da igreja, (Efésios 1.19-22).

2) Os atos dos apóstolos:

Cumprindo as recomendações de Jesus, os discípulos foram a Jerusalém, a fim de esperar a descida do Consolador. Eles se dispersaram quando da morte do Senhor, mas após a sua ressurreição voltaram a Jerusalém.

No capítulo 1 de Atos, os discípulos presenciaram a ascensão de Jesus ao céu. Após o derramamento do Espírito Santo no Dia de Pentecostes, o apóstolo Pedro, eloquentemente, pregou acerca da ressurreição de Cristo.

22 Varões israelitas, escutai estas palavras: A Jesus Nazareno, varão aprovado por Deus entre vós com maravilhas, prodígios e sinais, que Deus por ele fez no meio de vós, como vós mesmos bem sabeis; 23 a este que vos foi entregue pelo determinado conselho e presciência de Deus,   tomando-o vós, o crucificastes e matastes pelas mãos de injustos; 24 ao qual Deus ressuscitou, s  soltas as ânsias da morte, pois não era possível que fosse retido por ela.25 Porque dele disse Davi: Sempre via diante de mim o Senhor, porque está à minha direita, para que eu não seja comovido; 26 por isso, se alegrou o meu coração, e a minha língua exultou; e ainda a minha carne há de repousar em esperança. 27 Pois não deixarás a minha alma no Hades,   nem permitirás que o teu Santo veja a corrupção. 28 Fizeste-me conhecidos os caminhos da vida; com a tua face me encherás de júbilo. 29 Varões irmãos, seja-me lícito dizer-vos livremente acerca do patriarca Davi que ele morreu e foi sepultado, e entre nós está até hoje a sua sepultura.30 Sendo, pois, ele profeta e sabendo que Deus lhe havia prometido com juramento que do fruto de seus lombos, segundo a carne, levantaria o Cristo, para o assentar sobre o seu trono, 31 nesta previsão, disse da ressurreição de Cristo, que a sua alma não foi deixada no Hades, nem a sua carne viu a corrupção. 32 Deus ressuscitou a este Jesus, do que todos nós somos testemunhas. (Atos 2.22-32).

Com base na ressurreição de Cristo, os seus discípulos levaram o Evangelho até aos confins da terra.

3) Pedro e os doze:

De acordo as testemunhas arroladas por Paulo, inicialmente o Senhor ressurreto foi visto por Cefas, também chamado Pedro, e em seguida pelos Doze (1ª Coríntios 15.5).

4) Os quinhentos irmãos:

Esses "irmãos", mais de quinhentos, vi­ram o Cristo ressuscitado (1ª Coríntios 15.6). A maioria destes ainda vivia quando Paulo escreveu esta epístola.

5) Tiago: Era irmão natural de Jesus. Antes, ele não acreditava que Jesus fosse o Messias de Israel:

Porque nem mesmo seus irmãos criam nele. (João 7.5).

Jesus, já ressurreto apareceu a Tiago, que veio a tornar-se uma das colunas entre os santos:

e conhecendo Tiago, Cefas e João, que eram considerados como as colunas, a graça que se me havia dado, deram-nos as destras, em comunhão comigo e com Barnabé, para que nós fôssemos aos gentios e eles, à circuncisão; (Gálatas 2.9)

6) Paulo:

A última aparição do Senhor ressuscitado foi testemunhada pelo apóstolo Paulo, conforme ele mesmo testifica (1 Coríntios 15.8).

A partir daí, o que muito perseguiu a Igreja, agora muito a defende, até mesmo com o risco da própria vida:

28 Olhai, pois, por vós e por todo o rebanho sobre que o Espírito Santo vos constituiu bispos,   para apascentardes a igreja de Deus,  que ele resgatou com seu próprio sangue.29 Porque eu sei isto: que, depois da minha partida, entrarão no meio de vós lobos cruéis,  que não perdoarão o rebanho.30 E que, dentre vós mesmos, se levantarão homens que falarão coisas perversas, para atraírem os discípulos após si.31 Portanto, vigiai, lembrando-vos de que, durante três anos,   não cessei, noite e dia, de admoestar, com lágrimas, a cada um de vós. 32 Agora, pois, irmãos, encomendo-vos a Deus e à palavra da sua graça; a ele, que é poderoso para vos edificar e dar herança entre todos os santificados. 33 De ninguém cobicei a prata, nem o ouro, nem a veste. 34 Vós mesmos sabeis que, para o que me era necessário, a mim e aos que estão comigo, estas mãos me serviram.35 Tenho-vos mostrado em tudo que, trabalhando assim, é necessário auxiliar os enfermos e recordar as palavras do Senhor Jesus, que disse: Mais bem-aventurada coisa é dar do que receber. 36 E, havendo dito isto, pôs-se de joelhos e orou com todos eles.37 E levantou-se um grande pranto entre todos e, lançando-se ao pescoço de Paulo, o beijavam,38 entristecendo-se muito, principalmente pela palavra que dissera, que não veriam mais o seu rosto. E acompanharam-no até ao navio.(Atos 20:28-38).

CONCLUSÃO:

Segundo a Palavra de Deus e os fatos nela revelados, o Senhor Jesus ressurgiu dentre os mortos. Ora, se Cristo ressuscitou, também ressuscitaremos quando do soar da última trombeta, anunciando o arrebatamento da Igreja.

Foi o que o apóstolo deixou claro aos irmãos de Corinto:

51 Eis aqui vos digo um mistério: Na verdade, nem todos dormiremos, mas todos seremos transformados,52 num momento, num abrir e fechar de olhos, ante a última trombeta; porque a trombeta soará, e os mortos ressuscitarão incorruptíveis, e nós seremos transformados. 53 Porque convém que isto que é corruptível se revista da incorruptibilidade e que isto que é mortal se revista da imortalidade. 54 E, quando isto que é corruptível se revestir da incorruptibilidade, e isto que é mortal se revestir da imortalidade, então, cumprir-se-á a palavra que está escrita: Tragada foi a morte na vitória. (1 Coríntios 15.51-54).

A morte física não é a autoridade final de nossa existência. Pois, como Cristo ressuscitou pleno de vida e poder dentre os mortos, também; venceremos as ânsias da morte para estarmos com Nosso Senhor para sempre:

depois, nós, os que ficarmos vivos, seremos arrebatados juntamente com eles nas nuvens, a encontrar o Senhor nos ares, e assim estaremos sempre com o Senhor. (1 Tessalonicenses 4.17).

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Referências Bibliográficas:

CHAMPLIN, R. N., Enciclopédia de Bíblia, Teologia e Filosofia. São Paulo: Hagnos, 2001.

A ressurreição de Cristo - Lições Bíblicas 2º Trimestre de 2009. Comentarista Antônio Gilberto, CPAD.

Ministério CACP – Artigo Como identificar uma seita: http://www.cacp.org.br/seitasdiversas/artigo.aspx?lng=PT-BR&article=956&menu=8&submenu=2 – - Arquivo capturado em 07 de Novembro de 2009.

DAVIS, J. D. Dicionário da Bíblia. 22ª edição. Rio de Janeiro: Juerp, 2002.

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Obs: Este estudo ministrado na Escola Bíblica Dominical de 08/11/2009, na Igreja Evangélica Clamor & Adoração – Fátima – Sabará/MG.

1 de novembro de 2009

Foi uma verdadeira bênção!!!

4-cavalos-do-apocalipse[1]

Quem não foi, realmente perdeu!

Aquilo que até poderia  parecer frio e metódico dada à seriedade do tema tratado, foi na verdade uma renovação para os participantes! Foi num clima de muita gratidão ao Deus que que salvou e redimiu e está preparando a Noiva do Cordeiro por Sua graça imerecida que passamos o dia reunidos ouvindo as ministrações da Palavra do nosso Deus.

E este foi só o primeiro de uma série de muitos seminários Catch The Fire que o sucederão.

Pela manhã contamos com a fervorosa presença do Pastor Naymes Rodrigues Pinheiro, pastor da Igreja do Nazareno no Rio de Janeiro e fomos todos impactados pelo poder de Deus! 

Às 13:00 horas foi servido um saboroso almoço na Missão de Misericórdia, preparado pelas irmãs.

Após o retorno ao templo contamos com a carinhosa presença do Missionário Wellington Batista Sabino, professor da Escola de Theologia Minas Gerais e Deus continuou falando com a igreja!

A bênção dobrou!

Ao final do evento, o missionário Wellington disponibilizou uma apostila com o conteúdo ministrado que será vendida por uma pequena quantia (algo em torno de R$5,00, valor ainda não confirmado) para que o dinheiro arrecadado seja aplicado na obra missionária da Igreja. Para adquirir o seu exemplar, ser abençoado e abençoar a área de Missões da Igreja, procure o missionário Rogério.

Além das fotos tiradas, todo o evento foi filmado e logo estará disponível em DVD.

Verdadeiramente foi um dia em que nós, como Igreja do Senhor Jesus, pudemos refletir melhor sobre o que temos feito para impedir que nossos vizinhos, nossos parentes, nossos amigos e colegas de trabalho sejam mandados para uma eternidade sem Deus, porque este é o resultado do cumprimento de toda a escatologia bíblica. Todos os planos de Deus e a própria existência da igreja na terra, giram em torno da salvação dos perdidos aos quais Deus muito ama (João 3.16) e não permitiu nem mesmo aos anjos pregar mas a nós. Vê igreja, a tua responsabilidade? E o que teremos para apresentar ao nosso Rei quando nos colocarmos diante dele? Como está escrito:

Porque todo aquele que invocar o nome do Senhor será salvo.
Como, pois, invocarão aquele em quem não creram? e como crerão naquele de quem não ouviram? e como ouvirão, se não há quem pregue?
E como pregarão, se não forem enviados? como está escrito: Quão formosos os pés dos que anunciam a paz, dos que anunciam coisas boas! (Romanos 10.13-15).

Maranata! 

20 de outubro de 2009

Analise suas expectativas !

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Muitas brigas entre casais refletem expectativas equivocadas em relação ao cônjuge. O marido não pode esperar que sua esposa seja como sua mãe. A esposa não pode querer que seu marido seja como seu pai. Da mesma forma ninguém pode esperar que o cônjuge seja perfeito como um príncipe encantado de um conto de fadas.

Quanto mais conhecemos e convivemos com outra pessoa maias percebemos os seus defeitos. Por isso é importante aceitarmos nosso cônjuge como ele é.

O próprio Deus nos aceita e nos ama como somos. Esse amor incondicional do Senhor deve nos constranger a agirmos da mesma forma com o nosso cônjuge. Afinal quem somos nós para não aceitar uma pessoa que o Senhor nosso Deus já aceitou?

Apenas Deus é capaz de corresponder a todas as nossas expectativas.

Por isso, devemos manter nossos olhos fixos nele e fazer nossas as palavras de Davi:

"Somente em Deus eu encontro paz e nele ponho a minha esperança. Somente ele é a rocha que me salva;ele é o meu protetor e eu não serei abalado". (salmo 62.5-6)

(Fonte deste  artigo - Blog Cá entre nós e família)

( Você pode também baixar este excelente livro  dos autores: Tim e Beverly Lahaye:  O que significa o ato conjugal para o homem).

E quanto a você, quais são as suas expectativas? Para você o que significa o casamento?

18 de outubro de 2009

Seminário Teológico com o tema Escatologia

4-cavalos-do-apocalipse[1]
A palestra acontecerá no sábado, dia 31/10/2009,  das 09:00 às 19:00 horas. Será ministrada pelos professores Naymes Pinheiro e Luis Henrique. Serão abordados os assuntos pertinentes ao tempo do fim. Arrebatamento da Igreja, Tribulação, Grande Tribulação, Milênio, Julgamento do Grande Trono Branco, etc.
A palestra será ministrada na Igreja Evangélica Clamor & Adoração – situada à Rua Pitangui, nº 301, Bairro N.S. Fátima – Sabará – MG. Informações.: 31.88043458. A palestra estará aberta também ao público externo
Para todos os participantes haverá o custo de R$ 10,00, para custeio do almoço, lanche da tarde, e do certificado que todos receberão ao final do dia. 
Você que precisa compreender melhor acerca das verdades da Bíblia para os últimos tempos não pode perder esta rica oportunidade. Faça já sua inscrição! 

29 de setembro de 2009

Auto-Estima Para Cristãos?

-egoismo[1]

  Martin e Deidre Bobgan -

Crianças e adultos precisam realmente de auto-estima? A baixa auto-estima conduz a sérios problemas na vida? Os pais deveriam se esforçar para desenvolver a auto-estima em seus filhos? A Bíblia incentiva a auto-estima? Muitos cristãos têm suposições sobre este assunto; mas, o que diz a Bíblia? O que dizem as pesquisas?

A gênese da auto-estima

O movimento da auto-estima tem seus fundamentos mais recentes na psicologia clínica, isto é, nas teorias da personalidade elaboradas por Wiliam James, Alfred Adler, Erich Fromm, Abraham Maslow e Carl Rogers, cujos seguidores popularizaram o movimento. Contudo, as raízes do movimento da auto-estima retrocedem aos primórdios da história humana.

Tudo começou no terceiro capítulo de Gênesis. Inicialmente, Adão e Eva tinham consciência de Deus, consciência um do outro, das coisas à sua volta e não de si próprios. A percepção de si mesmos era incidental e secundária na sua focalização em Deus e um no outro. Adão compreendia que Eva era osso dos seus ossos e carne de sua carne (comp. Gn 2.23), mas não estava consciente de si do mesmo modo que seus descendentes seriam. O ego não era problema até a queda.

Comer da árvore do conhecimento do bem e do mal não trouxe a sabedoria divina. Resultou, sim, em culpa, medo e na separação de Deus. Assim, quando Adão e Eva ouviram que Deus se aproximava, esconderam-se entre as árvores. Mas Deus os viu e perguntou: "Quem te fez saber que estavas nu? Comeste da árvore de que te ordenei que não comesses?" (Gn 3.11).

O ego pecaminoso

Adão e Eva responderam dando-nos o primeiro exemplo de autojustificação. Primeiro Adão culpou Eva e Deus, e então Eva culpou a serpente. O fruto do conhecimento do bem e do mal gerou o ego pecaminoso representado pelo amor-próprio, auto-estima, auto-aceitação, autojustificação, hipocrisia, auto-realização, autodifamação, autopiedade, e outras formas de autofocalização e egocentrismo.

Desse modo, o atual movimento da auto-etc. tem suas raízes no pecado de Adão e Eva. Através dos séculos, a humanidade continua a se deleitar na árvore do conhecimento do bem e do mal, que tem disseminado seus ramos do saber mundano, incluindo as vãs filosofias humanas e, mais recentemente, as filosofias "científicas" e a metafísica da psicologia moderna.

As fórmulas religiosas do valor-próprio, do amor-próprio e da auto-aceitação escorrem do tubo da televisão, fluem pelas ondas do rádio e seduzem através da publicidade. Do berço ao túmulo, os defensores do ego prometem a cura de todos os males da sociedade por meio de doses de auto-estima, valor-próprio, auto-aceitação e amor-próprio. E todo mundo, ou quase todos, repetem o refrão: "Você só precisa amar e aceitar a si próprio como você é. Você precisa se perdoar", e: "Eu só tenho de aceitar-me como sou. Eu mereço. Eu sou uma pessoa digna de amor, de valorização, de perdão."

A resposta cristã para o mundo

Como o cristão deve combater o pensamento do mundo, que exalta o ego e o coloca no centro como a essência da vida? Como o cristão deve ser fiel à ordem de nosso Senhor, de estar no mundo mas não ser do mundo? Ele pode adotar e adaptar-se à filosofia/psicologia popular de sua cultura, ou ele deve manter-se como quem foi separado por Deus e encarar sua cultura à luz da Palavra? Jesus disse: "Vinde a mim, todos os que estais cansados e sobrecarregados, e eu vos aliviarei. Tomai sobre vós o meu jugo e aprendei de mim, porque sou manso e humilde de coração; e achareis descanso para a vossa alma. Porque o meu jugo é suave, e o meu fardo é leve" (Mt 11.28-30).

Este é um convite para deixarmos o nosso próprio caminho, submetendo-nos a um jugo de humildade e servidão – com ênfase no jugo – num relacionamento de aprendizado e vida. Jesus fez Seu convite ao discipulado com palavras diferentes, mas para o mesmo relacionamento e o mesmo objetivo, quando disse: "Se alguém quer vir após mim, a si mesmo se negue, tome a sua cruz e siga-me. Porquanto, quem quiser salvar a sua vida perdê-la-á; e quem perder a vida por minha causa achá-la-á" (Mt 16.24-25).

Nenhum mandamento para amar a si próprio

Jesus não nos ordena que amemos a nós mesmos, mas que amemos a Deus e ao próximo. A Bíblia apresenta uma base para o amor completamente diferente daquilo que a psicologia humanista anuncia. Ao invés de promover o amor-próprio como a base para amarmos os outros, a Bíblia diz que o amor de Deus é a fonte verdadeira. O amor humano é misturado com o amor-próprio e, em última análise, pode estar em busca de seus próprios interesses. Mas o amor de Deus entrega a si mesmo. Portanto, quando Jesus convida Seus discípulos a negarem a si próprios e tomarem sobre si o Seu jugo e a Sua cruz, Ele os conclama a um amor que doa a si mesmo, não a um amor que satisfaz a si mesmo. Até o advento da psicologia humanista e de sua intensa influência na igreja, os cristãos geralmente consideravam a auto-estima como uma atitude pecaminosa.

Apesar da Bíblia não ensinar o amor-próprio, a auto-estima, o valor-próprio ou a auto-realização como virtudes, recursos ou objetivos, um grande número de cristãos de hoje têm sido enganado pelos ensinos pró-ego da psicologia humanista. Ao invés de resistirem à sedução do mundo, eles se submetem à cultura do mundo. Não somente eles não resistem à gigantesca onda do egocentrismo; como estão na crista da onda da auto-estima, da auto-aceitação e do amor-próprio. Na área do ego, dificilmente se pode perceber a diferença entre o cristão e o não-cristão, exceto que o cristão afirma ser Deus a fonte principal de sua auto-estima, auto-aceitação, auto-valorização e amor-próprio.

Através de slogans, bordões e textos bíblicos deturpados, muitos crentes professos seguem a onda existencial da psicologia humanista e estabelecem seu próprio sistema motivacional. Desse modo, qualquer crítica contra os ensinamentos do valor-próprio, amor-próprio e auto-estima é considerada, por isso mesmo, como prova de que se deseja que as pessoas sejam infelizes. Além do mais, qualquer crítica contra o movimento da auto-estima é vista como um perigo para a sociedade, já que a auto-estima é considerada como panacéia para seus males. Então se alguém, na igreja, não apóia completamente a teologia da auto-estima, é acusado de promover uma teologia desprezível.

Se há algo que o mundo e muitos na igreja têm em comum nos dias atuais, é a psicologia da auto-estima. Embora cristãos professos possam discordar em algumas das nuanças da auto-estima, auto-valorização, auto-aceitação, e mesmo em alguns dos pontos mais delicados de suas definições e de como elas são alcançadas, muitos têm reunido forças contra o que acreditam ser um inimigo terrível – a baixa auto-estima. Contudo, mesmo o mundo ainda não consegue justificar o incentivo da alta auto-estima pelos seus próprios métodos de pesquisa.

As pesquisas não apresentam justificativas em favor da auto-estima
Há alguns anos, o legislativo da Califórnia aprovou o projeto de criação da "Força-Tarefa Californiana para Desenvolver a Auto-Estima e a Responsabilidade Social e Pessoal". O legislativo reservou para o projeto 245.000 dólares ao ano durante três anos, num total de 735.000 dólares. O duplo título da Força-Tarefa foi realmente muito pretencioso. Ninguém nunca conseguiu demonstrar que o estímulo à auto-estima está, de algum modo, ligado com a responsabilidade social e pessoal. Nem se provou que todos aqueles que demonstram responsabilidade social e pessoal possuem auto-estima elevada. Na verdade a auto-estima e a responsabilidade social e pessoal têm relação negativa e não positiva.

A Declaração do Objetivo da Força-Tarefa foi a seguinte:

Procurar determinar se a auto-estima e a responsabilidade social e pessoal são as chaves para descobrir os segredos do desenvolvimento humano sadio, de modo que consigamos atingir as causas e desenvolver soluções eficazes para os principais problemas sociais, fornecendo a cada californiano as mais recentes experiências e práticas quanto à importância da auto-estima e da responsabilidade social e pessoal.(1)

A Força-Tarefa acreditava que apreciar a si mesmo e fortalecer a auto-estima reduziria "dramaticamente os níveis epidêmicos dos problemas sociais que enfrentamos atualmente".(2)

Há uma relação positiva entre a alta ou baixa auto-estima e a responsabilidade social e pessoal?

Com o objetivo de pesquisar esta relação, a Força-Tarefa estadual contratou oito professores da Universidade da Califórnia para examinar a pesquisa sobre a auto-estima e sua relação com as seis áreas seguintes:

1. Crime, violência e reincidência;
2. Abuso de drogas e álcool;
3. Dependência da Previdência Social;
4. Gravidez na adolescência;
5. Abusos sofridos por crianças e esposas;
6. Deficiência infantil no aprendizado escolar.

Sete dos professores pesquisaram as áreas acima e o oitavo resumiu os resultados, que foram publicados num livro intitulado The Social Importance of Self-Esteem (A Importância Social da Auto-Estima).(3)

Esta pesquisa confirmou a relação entre a auto-estima e os problemas sociais?

David L. Kirk, colunista do jornal San Francisco Examiner, disse rudemente:

Esse... volume erudito, The Social Importance of Self-Esteem, resume todas as pesquisas sobre o assunto numa ridícula abordagem maçante de cientistas pretensiosos. Economize seus 40 dólares que o livro custa e conclua: Há pouquíssima evidência de que a auto-estima seja a causa de nossos males sociais. (ênfase acrescentada.)
Mesmo tendo procurado uma conexão entre a baixa auto-estima e o comportamento problemático, eles não puderam encontrar uma relação de causa e efeito. (Contudo, estudos mais recentes indicam uma clara relação entre o comportamento violento e a alta auto-estima.) Apesar disso, a fé na auto-estima não morre, e as escolas continuam a trabalhar para elevar a auto-estima.

Pior do que a continuação nos ensinamentos da auto-estima no mundo é a confiança que cristãos professos continuam a depositar nos ensinamentos da autovalorização e do amor a si próprios. Assim, o movimento secular da auto-estima não é um ataque frontal contra a Bíblia com linhas de batalha claramente demarcadas. Ao invés disso, é habilidosamente subversivo, e realmente não é obra de carne e sangue, mas dos principados e potestades, dos dominadores deste mundo tenebroso, das forças espirituais do mal nas regiões celestes, como Paulo diz em Efésios 6.12. Lamentável é que muitos cristãos não estão alertas para os perigos. Muitos mais do que podemos enumerar estão sendo sutilmente enganados por um outro evangelho: o evangelho do ego.

O amor bíblico

Jesus convida os Seus para um relacionamento de amor com Ele e de um para com o outro. A alegria dos Seus deve ser encontrada nEle, não em si mesmos. O amor vem de Seu amor por eles. Assim o amor deles, de um para o outro, não vem do amor-próprio e da auto-estima, tampouco aumenta a auto-estima. A ênfase está na comunhão, na frutificação e na prontidão para ser rejeitado pelo mundo. A identificação do crente está em Jesus ao ponto de sofrer e segui-lO até a cruz. Somente através da semântica forçada, da lógica violentada e da exegese ultrajada alguém pode querer demonstrar que a auto-estima é bíblica ou mesmo parte da tradição ou do ensino da igreja.

O foco do amor na Bíblia é para cima e para fora ao invés de ser para dentro. O amor é tanto uma atitude como uma ação de uma pessoa para com a outra. Embora o amor possa incluir sentimentos e emoções, ele é essencialmente uma ação determinada pela vontade para a glória de Deus e para o bem dos outros. Assim, quando Jesus disse: "Amarás, pois o Senhor, teu Deus de todo o teu coração, de toda a tua alma, de todo o teu entendimento e de toda a tua força" (Mc 12.30), Ele quis explicar que todo o nosso ser deve estar comprometido para amar e, portanto, agradar a Deus. O amor a Deus é expresso com um coração agradecido e determinado a fazer o que agrada a Ele de acordo com o que está revelado na Bíblia. Não se trata de um tipo de obediência mecânica, mas de um desejo para conformar-se à Sua graciosa vontade e de concordar que Deus é a fonte e o padrão para tudo que é certo e bom.

A segunda ordem é uma extensão ou expressão da primeira: "Amarás o teu próximo como a ti mesmo" (Mc 12.31). João acrescentou detalhes a respeito. Ele descreveu a seqüência do amor. Em contraste com os mestres do amor-próprio, que dizem que as pessoas não podem amar a Deus e aos outros até que amem a si mesmas, João diz que o amor começa em Deus e, então, se estende aos outros: "Nós amamos porque ele nos amou primeiro. Se alguém disser: Amo a Deus, e odiar a seu irmão, é mentiroso; pois aquele que não ama a seu irmão, a quem vê, não pode amar a Deus, a quem não vê. Ora, temos, da parte dele, este mandamento: que aquele que ama a Deus ame também a seu irmão" (1 Jo 4.19-21).

Deus nos amou primeiro, o que nos capacita a amá-lO, o que se expressa, então, em amar uns aos outros.

Desde o primeiro fôlego de Adão, os homens foram destinados a viver em relacionamento com Deus, e não como egos autônomos. A Bíblia inteira está apoiada nesse relacionamento, porque após responder ao fariseu, afirmando que o grande mandamento é amar a Deus e o segundo é amar ao próximo como a si mesmo, Jesus acrescentou: "Destes dois mandamentos dependem toda a Lei e os Profetas " (Mt 22.40). Jesus veio para nos livrar do ego e para restabelecer esse relacionamento de amor para o qual fomos criados. Durante séculos, foram escritos livros sobre amar a Deus e uns aos outros. Contudo, atualmente, cada vez mais, a igreja está sendo inundada por literatura ensinando-nos como amar-nos melhor, nos estimarmos mais, aceitar-nos como somos e desenvolvermos o nosso próprio valor. (Martin e Deidre Bobgan BDM 12/97 – extraído e/ou adaptado das edições 3-4 e 5-6/96 da PsychoHeresy Awareness Letter -

http://www.chamada.com.br).

(Matéria enviada pela irmã Valdirene)

Oportunamente me recordo de uma matéria que publiquei tempos atrás no Blog Trabalhadores do Reino sob o título Espelho meu! Espelho meu! e que trata do perigo da soberba na vida do cristão.

28 de setembro de 2009

Campanha as águas que saram

30[1] Amados irmãos!

Conforme o Pastor Anderson Barbosa anunciou no último domingo, na próxima quarta feira dia 30/09/2009 irá começar a campanha:

AS ÁGUAS QUE SARAM

E o Espírito e a noiva dizem: Vem. Aquele que ouve, diga: Vem. Aquele quem tem sede, venha; e quem quiser, receba de graça  água da vida. (Apocalipse 22:17)

Venha cultuar a Deus e ser abençoado através da ministração da Palavra que Ele tem para a sua vida!

25 de setembro de 2009

Resgatando os Filhos do Rei – Convite do Senhor Jesus à ovelha perdida

estender a mão Filho meu; 

A minha paz seja contigo!

Sei que as lutas foram muitas e que você gostaria que as coisas estivessem bem diferentes hoje... E sinceramente, não sabe bem explicar quando foi realmente que deixou de caminhar. As lutas e as dificuldades foram aumentando, até serem tantas que te sufocaram e você parou. E muitas vezes até presenciou o julgamento de quem não entendia quão grande eram as tuas lutas...

Mas o fato é que hoje, você até tenta se reerguer, mas não consegue, não tem forças, gostaria de reagir, mas se encontra abatido, prostrado, desmotivado... E quantas vezes você já falou comigo e chorou dizendo:

SENHOR! POR FAVOR, LEVANTA UM FILHO TEU PARA ME AJUDAR...

Porque sabe que por suas próprias forças não conseguiria me procurar, mas a minha Palavra diz: Um homem sozinho pode ser vencido, mas dois conseguem defender-se, um cordão de três dobras não se rompe com facilidade (Eclesiastes 4:12).

Foi por isso que despertei os meus filhos, e coloquei no coração deles a motivação de orar por você, interceder por sua vida, para que você seja fortalecido e consiga se levantar e voltar para a minha presença. Porque está escrito:

"Qual de vocês que, possuindo cem ovelhas, e perdendo uma, não deixa as noventa e nove no campo e vai atrás da ovelha perdida, até encontrá-la?  E quando a encontra, coloca-a alegremente sobre os ombros  e vai para casa. Ao chegar, reúne seus amigos e vizinhos e diz: ‘Alegrem-se comigo, pois encontrei minha ovelha perdida’.(Lucas 15:4-6)

E estes que a ti envio, não te julgam, pois também eu não te julgo, mas estou pronto para recebê-lo de braços abertos, você só tem que aceitar a ajuda que lhe enviei e voltar...

Porque eu te amo, filho amado.

Com meu amor,

JESUS CRISTO.

Fonte.: trabalhadoresdoreino.blogspot.com
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